Infertilidade e Reprodução Assistida

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InfertilidadeO que é preciso saber sobre infertilidade?


Um casal que mantenha relações sexuais regulares e não consiga engravidar após doze meses de tentativas, deve procurar ajuda para esclarecer os motivos.
A avaliação da infertilidade segue um roteiro específico. É necessário responder, de forma sistemática, as seguintes questões do casal infértil:


• Existe alguma incompatibilidade genética ou imunológica entre os parceiros?
• A quantidade e a qualidade do esperma são adequadas?
• A mulher ovula e há reserva de óvulos em seus ovários?
• O aparelho genital feminino, do ponto de vista anatômico, está apto a captar, implantar e desenvolver os óvulos e embriões que venham a ser produzidos?

Como se avalia a infertilidade?

A avaliação é dispensada ao casal, desde que, ambos concorrem de forma semelhante, através dos fatores masculinos e dos fatores femininos, para a presença da infertilidade.
Uma avaliação efetiva e de baixo custo pode incluir uma boa história médica do casal, seus hábitos sexuais, uso de medicamentos, como: antihipertensivos e drogas recreativas como, por exemplo, tabaco, álcool, etc.


Quais são os principais fatores masculinos que levam a infertilidade?

O espermograma é o principal exame pelo qual os fatores masculinos são investigados. Oligoespermia e astenoespermia são alguns dos termos utilizados para definir uma contagem baixa e uma atividade inadequada dos espermatozóides. Entre as principais causas da infertilidade estão os traumas e infecções dos testículos, varicocele, exposição ao calor e a infertilidade da parceira. O termo azoespermia significa a ausência de espermatozóides. A causa mais comum e obvia é a vasectomia – azoespermia obstrutiva. No entanto também ocorre em síndromes infecciosas genéticas e familiares – azoespermia não obstrutiva.

Muitas vezes, o fator masculino pode ser tratado com vitaminas e minerais antioxidantes. Alguns ajustes nos hábitos também podem ajudara a aumentar o número dos espermatozóides, como usar roupas leves e frescas para diminuir a exposição dos testículos ao calor e evitar a compressão do períneo, como nos ciclistas, por exemplo. Tratamentos com implantes hormonais de testosterona poderão ser muito úteis quando houver concentração baixa do hormônio no sangue.


Quais são os principais fatores femininos que levam a infertilidade?

Fator cervical – o colo do útero e seu canal são a porta de entrada. É preciso que esteja saudável e sem lesões. Além disso, também são importantes a microflora e a correta acidez da vagina.

Fator uterino – a cavidade do útero também deve estar íntegra, sem deformidades ou malformações, infecções ou tumores em seu interior. O revestimento interno do útero – o endométrio – deve estar compatível com a atividade hormonal dos ovários.

Fator tubário – as trompas devem estar permeáveis, permitindo a passagem dos espermatozóides em seu interior. As fimbrias, que são a porção terminal das trompas, tem que estar livres e sem aderências para cumprir a função de captação dos óvulos, já que a fecundação ocorre no interior da trompa.

Fator ovulatório – a ocorrência da gravidez depende diretamente da regularidade da ovulação. Com a idade, este fator declina e após os 40 anos, uma mulher ovula em torno de cinco vezes ao ano.


Denominamos Infertilidade Sem Causa Aparente – ISCA – as situações onde não foi possivel identificar o fator predominante da infertilidade.

O tratamento cirúrgico visa restaurar a anatomia e a função da reprodução.

Nas mulheres, restaurar o trajeto anatômico significa permitir a livre comunicação, através das trompas, entre o exterior - vagina e colo do útero - e o interior da pelve da mulher, onde se encontram os ovários.

Nesta avaliação, utilizam-se a laparoscopia e a histeroscopia. Com estes métodos associados, é possível diagnosticar e tratar malformações da vagina e do útero, desfazer aderências, extirpar tumores benignos como pólipos e miomas; e restaurar o livre trânsito das trompas através da microcirurgia das trompas.

Nos homens, a microcirurgia para restaurar a vasectomia e o tratamento cirúrgico da varicocele, estão entre aos principais tratamentos cirúrgicos.


Quando se deve pensar em Reprodução Assistida?

A Reprodução Assistida deve ser considerada quando a contagem de espermatozóides saudáveis for baixa e insuficiente para a fecundação. Quando não houver trompas ou estas não forem capazes de cumprir a função de transporte e fecundação. Quando não houver ovulação previsível ou o colo do útero seja incapaz de permitir a subida os espermatozóides. Quando, após a investigação, permanecer a classificação de Infertilidade Sem Causa Aparente – ISCA


Quais são os procedimentos mais utilizados?

Os procedimentos mais utilizados em Reprodução Assistida são:

Namoro (ou coito) programado – consiste no estímulo ao crescimento dos óvulos e da ovulação com medicamentos hormonais. O controle deste estímulo é feito através da ultrassonografia. Desta maneira, é possível prever, com precisão, o momento em que a ovulação vai acontecer, e com isto, programar a relação sexual em um período ótimo de aproximadamente 72 horas. Neste método, o trajeto anatômico do útero e das trompas deve em perfeito funcionamento.

Inseminação Artificial
– consiste no mesmo estímulo descrito anteriormente, acrescido do tratamento biológico ou capacitação dos espermatozóides. Com este recurso, no período considerado ótimo, os espermatozóides colhidos por masturbação, ou através do banco de sêmem, são tratados e inseridos através de uma microcânula no interior do útero. Igualmente ao coito programado, o trajeto anatômico tem que estar íntegro.

Fertilização in vitro – consiste na coleta de óvulos e na fertilização destes em laboratório. O processo se inicia com o estímulo da ovulação através de medicamentos hormonais. Neste processo, o que se deseja, é o crescimento de um grande número de óvulos e a posterior fertilização destes em laboratório, para que se tornem embriões. Após o estímulo e o crescimento apropriado, os óvulos são colhidos através de uma punção dos ovários, guiados pela ultrassonografia. Este procedimento é realizado no ambiente da clinica, sob anestesia.

ICSI ou injeção intracitoplasmática de espermatozóides – consiste na técnica pela qual o espermatozóide é injetado dento do óvulo através de uma micropipeta acoplada ao microscópio. Com esta técnica é possível obter maior número de embriões com quantidades muito menores de espermatozóide. Através desta técnica, com um único espermatozóide viável é possível fecundar e se obter um embrião.

TESA – esta técnica se aplica aos homens que não possuem espermatozóides viáveis no líquido seminal, seja por vasectomia ou por outras condições. Através dela é possível extrair espermatozóides viáveis por aspiração do epidídimo – um reservatório acima do testículo -, ou diretamente dos testículos através de biópsias microscópicas. Depois de colhidos, os espermatozóides viáveis são inseridos nos óvulos através da ICSI para formação de embriões.

Transferência de Embriões – após o período de estimulação dos ovários, coleta de óvulos por aspiração e fecundação pela ICSI, o material recém fecundado é imerso em uma solução nutriente e mantido em estufa, numa simulação das condições internas do organismo. Em um período de 48 a 72 horas, os embriões formados estarão prontos para serem transferidos para a cavidade uterina, através de uma microcânula, guiada pelo ultrassom. Após a transferência de embriões, as mulheres receptoras são medicadas com hormônios para implantação dos embriões e manutenção da gravidez, por um período que se estende até a 12ª semana de gestação. A partir deste momento, a gestação segue seu curso normal e os cuidados serão idênticos ao de qualquer outra gestação.

Estudos Genéticos Pré transferência e Implantação de Embriões – consiste no estudo genético das células do embrião recém formado. Neste período, quando ainda contém de quatro a oito células, a aspiração de uma ou duas células embrionárias não é prejudicial ao desenvolvimento do futuro feto e permite o estudo do DNA do embrião para uma serie de doenças genéticas ou de ocorrência familiar.


Quais são as situações especiais da Reprodução Assistida?

Algumas situações especiais podem ser resolvidas através da Reprodução Assistida. Quando não houver óvulos ou espermatozóides próprios do casal, estes podem ser buscados através do banco de sêmem ou da doação de óvulos de outra mulher. Quando o casal tem a capacidade de produzir embriões com espermatozóide e óvulos próprios, no entanto, a mulher não possui útero - por razões genéticas ou por cirurgia – os embriões poderão ser implantados no útero de outra mulher.


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Depoimentos

Em 2011, tive uma perfuração na bexiga após uma histerectomia. Vinha sofrendo desde então, sendo privada de ter uma vida normal.

Tive que usar fraldas durante toda a minha luta para tentar solucionar o problema.Fui encaminhada pelo Dr. Max para fazer a cirurgia com o Dr. Celso Ronsini.

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Sou triatleta, tive uma lesão no treino de bicicleta, e após passar por três médicos diferentes sem obter um diagnóstico, meu marido conseguiu contato com a "CosmeticVacations - Michael Boeckle" , o qual nos indicou o Dr. Celso Ronsini, que me foi uma grata e feliz surpresa, pois diagnosticou na hora o problema e começou imediatamente o tratamento.

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